Esses tolos cientistas
Pensam pisar na carniça
Ao se afirmarem ateus
Descrentes de outras vidas
São ignorantes por preguiça
É que uma tribo africana
Certamente não há única
Concebeu essa idéia a tempos
Escondidos em seus templos
Acreditam na feitiçaria
Nunca em nossas “fatalidades”
Em tudo vêem causalidades
Sua maior sabedoria
Em seus rústicos ensinos
Negam o acaso e a sorte
E esses divinos desígnios
De uma vida após a morte
Não que sejam eles ditos
Uns ateus convictos
São por certo outra coisa
Que não age imaginando
Um dia virar
Demônio, bicho ou santo
C.Gabriel

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